Os chargebacks, ou estornos de pagamento, são processos iniciados quando um titular de cartão contesta uma cobrança e solicita ao banco emissor que devolva o valor. O banco, por sua vez, processa a disputa com o comerciante envolvido.
O cliente pode apresentar uma reclamação formal à sua instituição financeira, que se encarregará de contestar a transação de pagamento. Isto geralmente leva a um reembolso imediato, pelo que todos os comerciantes devem estar preparados para lidar com este tipo de situação.
Os chargebacks podem ocorrer por diversas razões, sendo as mais comuns:
Fraude ou uso não autorizado: cobranças realizadas sem o consentimento do titular do cartão.
Problemas com o produto ou serviço: artigo defeituoso, diferente do anunciado ou não recebido.
Erros na transação: cobranças duplicadas ou valores incorretos.
Cobrança não reconhecida: o cliente não identifica a cobrança no extrato bancário.
Insatisfação do cliente: o comprador opta por reclamar o valor diretamente ao banco em vez de solicitar reembolso ao comerciante.
Assinaturas não canceladas: o cliente acredita ter cancelado um serviço, mas continua a receber cobranças na sua conta.
Devolução não reembolsada: o utilizador solicitou reembolso, mas não recebeu o valor da transação.
Geram perdas financeiras diretas, pois o comerciante perde o valor da venda.
Normalmente implicam comissões adicionais do banco ou do fornecedor de pagamentos.
Um volume elevado de chargebacks pode prejudicar a reputação financeira e afetar relações com adquirentes.
Existem riscos de penalizações ou restrições nas contas de pagamento se forem ultrapassados certos limites.
Requerem recursos administrativos para gerir e contestar os casos, quando necessário.
Podem provocar perda de clientes devido à falta de confiança no processo de pagamento.
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